terça-feira, 10 de novembro de 2015
domingo, 8 de novembro de 2015
QUADRAS SOLTAS 8.11.2015
Esperança...
Eu sei que acender velas,
não vai resolver a questão
mas por Solidariedade,
faço-o do fundo do coração!
O Amor...
O sonho me mantém a vida,
com a vida,vivo sonhando,
qundo me chega a tristeza,
meus sonhos me vão salvando!
Cantando...
Vou cantando e vou seguindo,
por esses caminhos fora,
em meu rosto vai surgindo,
o romper da bela aurora!
Beleza...
Beleza de lindas cores,
para me alegrar o dia,
esta imagem aqui vos deixo,
a Amizade e a Alegria!
Girassol...
Girassol é flor presente,
nos campos do Alentejo,
agrada a toda a gente,
com seu aspecto tão belo!
Amor de Mãe...
Não há nada que se compare,
ao grande Amor duma mãe,
os nossos filhos são sempre,
do nosso viver a 1ª razão!
Sentimento...
Não sei se canta ou se chore,
dois sentimentos opostos,
mas a verdade é que em mim,
está um próximo do outro!
Apariência...
Não sstou triste nem alegre,
estou apenas sorridente,
é meu jeito ser assim,
esteja triste ou contente!
Vivendo...
Avida já é muito curta,
mesmo com longividade,
há que tentar aproveitá-la,
com Amor e Amizade!
antónia bergano.
8.11.2015
Eu sei que acender velas,
não vai resolver a questão
mas por Solidariedade,
faço-o do fundo do coração!
O Amor...
O sonho me mantém a vida,
com a vida,vivo sonhando,
qundo me chega a tristeza,
meus sonhos me vão salvando!
Cantando...
Vou cantando e vou seguindo,
por esses caminhos fora,
em meu rosto vai surgindo,
o romper da bela aurora!
Beleza...
Beleza de lindas cores,
para me alegrar o dia,
esta imagem aqui vos deixo,
a Amizade e a Alegria!
Girassol...
Girassol é flor presente,
nos campos do Alentejo,
agrada a toda a gente,
com seu aspecto tão belo!
Amor de Mãe...
Não há nada que se compare,
ao grande Amor duma mãe,
os nossos filhos são sempre,
do nosso viver a 1ª razão!
Sentimento...
Não sei se canta ou se chore,
dois sentimentos opostos,
mas a verdade é que em mim,
está um próximo do outro!
Apariência...
Não sstou triste nem alegre,
estou apenas sorridente,
é meu jeito ser assim,
esteja triste ou contente!
Vivendo...
Avida já é muito curta,
mesmo com longividade,
há que tentar aproveitá-la,
com Amor e Amizade!
antónia bergano.
8.11.2015
sábado, 7 de novembro de 2015
SOLIDARIEDADE - 5.04.2014
Passaram-se tantos anos,
eu era ainda uma criança
mas jamais esquecerei....
quando em Barrancos se deu,
grande fluxo de emigração! "anos 50/60"
Homens que obrigados a partirem,
para a França e para a Suissa,
para ganharem o seu pão,
deixavam suas famílias
com grande dor no coração!
Era a dor da ausência...
era a door de saudade...
era a dor da sobrevivência...
era a dor da incerteza...
pois muitos saíam a salto,
inseguros no destino...
sem certezas de trabalho!
Partiram ao Deus dará,
mas tinham de arriscar
por variadas razões...
sobretudo para seus filhos criar,
com o mínimo de condições!
E as famílias resignadas,
encaravam este destino,
e íam sendo ajudadas,
por aqueles que por sorte,
tinham grande coração,
e os íam ajudando,
sem nenhuma condição...
apenas emprestando dinheiro,
no mínimo para a alimentação,
uns podim... mas outros não!
E quem ajudava então?
não era o antigo patrão,
eram os estabelecidos...
como o meu pai Taberneiro,
ou a minha mãe Pdeira,
ou outros remediados....
que íam dando uma mão
a estas famílias com filhos,
para que não faltasse o pão
e vivessem com resignação!
Isto não era caridade,
mas era uma ajuda sã,
era Solidariedade...
que se fazia com gosto,
mas também com sacrifício,
porque o dinheiro era pouco!
mesmo nos mais remediados
e era feito por muitos outros,
como o meu pai e minha mãe!
E com estes valores crescemos,
aprendendo com a vida...
marcada com ferro em brasa,
sabendo dar muito valor.
a esta Solidariedade,
não cobrando resompensa,
feita de boa vontade,
ficando de bem com a consciência,...
rejeitando a caridade!!!
antonia bergano
7.11.2015
eu era ainda uma criança
mas jamais esquecerei....
quando em Barrancos se deu,
grande fluxo de emigração! "anos 50/60"
Homens que obrigados a partirem,
para a França e para a Suissa,
para ganharem o seu pão,
deixavam suas famílias
com grande dor no coração!
Era a dor da ausência...
era a door de saudade...
era a dor da sobrevivência...
era a dor da incerteza...
pois muitos saíam a salto,
inseguros no destino...
sem certezas de trabalho!
Partiram ao Deus dará,
mas tinham de arriscar
por variadas razões...
sobretudo para seus filhos criar,
com o mínimo de condições!
E as famílias resignadas,
encaravam este destino,
e íam sendo ajudadas,
por aqueles que por sorte,
tinham grande coração,
e os íam ajudando,
sem nenhuma condição...
apenas emprestando dinheiro,
no mínimo para a alimentação,
uns podim... mas outros não!
E quem ajudava então?
não era o antigo patrão,
eram os estabelecidos...
como o meu pai Taberneiro,
ou a minha mãe Pdeira,
ou outros remediados....
que íam dando uma mão
a estas famílias com filhos,
para que não faltasse o pão
e vivessem com resignação!
Isto não era caridade,
mas era uma ajuda sã,
era Solidariedade...
que se fazia com gosto,
mas também com sacrifício,
porque o dinheiro era pouco!
mesmo nos mais remediados
e era feito por muitos outros,
como o meu pai e minha mãe!
E com estes valores crescemos,
aprendendo com a vida...
marcada com ferro em brasa,
sabendo dar muito valor.
a esta Solidariedade,
não cobrando resompensa,
feita de boa vontade,
ficando de bem com a consciência,...
rejeitando a caridade!!!
antonia bergano
7.11.2015
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
Conceito dos Alentejanos! .16.02.2014
Fui um dia ao Alentejo
e tive a curiosidade,
de confirmar com os meus olhos,
das anedotas... a verdade!
E não é que vi e constatei,
que as anedotas castiças,
honram os Alentejanos,
trabalhando que até chispa!
Trabalham de Sol a Sol.
com suas modas cantando,
desmentindo as anedotas
e o que deles vão falando!
E lá fui eu perguntando,
o porquê das anedotas
e um deles me respondeu
deixo-os irem falando...
que isso não nos importa!
Dos malucos ninguém fala,
chamou-me um a atenção,
nós temos as costas largas,
não nos importamos... não!
E por muito que vos doaa...
o Alentejo não tem par,
somos gente trabalhadora...´
malandros aqui não há!
antónia bergano.
6.11.2015.
e tive a curiosidade,
de confirmar com os meus olhos,
das anedotas... a verdade!
E não é que vi e constatei,
que as anedotas castiças,
honram os Alentejanos,
trabalhando que até chispa!
Trabalham de Sol a Sol.
com suas modas cantando,
desmentindo as anedotas
e o que deles vão falando!
E lá fui eu perguntando,
o porquê das anedotas
e um deles me respondeu
deixo-os irem falando...
que isso não nos importa!
Dos malucos ninguém fala,
chamou-me um a atenção,
nós temos as costas largas,
não nos importamos... não!
E por muito que vos doaa...
o Alentejo não tem par,
somos gente trabalhadora...´
malandros aqui não há!
antónia bergano.
6.11.2015.
Subscrever:
Mensagens (Atom)














