quarta-feira, 11 de novembro de 2015
terça-feira, 10 de novembro de 2015
25 DE ABRIL - 10.04.2014 10
As portas que Abril abriu,
encheram-me de esperança
e eu chorei de alegria,
acreditando na mudança!
Vi aquele amor de menino,
empunhando um cravo vermelho,
belo símbolo da Liberdade,
no cano da espingarda metendo!
Um dia o Poeta escreveu,
o sonho comanda a vida,
não deixa de ser verdade,
quando esse sonho não seja,
uma esperança perdida!
O sonho não se perdeu...
mantenhamos a esperança
que em Abril foi vivida,
e que o poeta escreveu...
"o sonho comanda a vida"!
Já lá vão quarenta e um anos,
que se deu a Revolução
o vinte e cinco de Abril,,,
o cante de intervenção....
o cravo vermelho na mão!
O voar do pensamento,
ultrapassa a imaginação,
e como foi bom ouvir
quando todos de mãos dadas,
cantávamos a Revolução!
E foran os sonhos de então,
que já muitos esqueceream,
mas que não mataram Abril,
quer se queira ou não... serão...
"uma constante da vida"!
Antónia Bergano
10.11.2015
encheram-me de esperança
e eu chorei de alegria,
acreditando na mudança!
Vi aquele amor de menino,
empunhando um cravo vermelho,
belo símbolo da Liberdade,
no cano da espingarda metendo!
Um dia o Poeta escreveu,
o sonho comanda a vida,
não deixa de ser verdade,
quando esse sonho não seja,
uma esperança perdida!
O sonho não se perdeu...
mantenhamos a esperança
que em Abril foi vivida,
e que o poeta escreveu...
"o sonho comanda a vida"!
Já lá vão quarenta e um anos,
que se deu a Revolução
o vinte e cinco de Abril,,,
o cante de intervenção....
o cravo vermelho na mão!
O voar do pensamento,
ultrapassa a imaginação,
e como foi bom ouvir
quando todos de mãos dadas,
cantávamos a Revolução!
E foran os sonhos de então,
que já muitos esqueceream,
mas que não mataram Abril,
quer se queira ou não... serão...
"uma constante da vida"!
Antónia Bergano
10.11.2015
domingo, 8 de novembro de 2015
QUADRAS SOLTAS 8.11.2015
Esperança...
Eu sei que acender velas,
não vai resolver a questão
mas por Solidariedade,
faço-o do fundo do coração!
O Amor...
O sonho me mantém a vida,
com a vida,vivo sonhando,
qundo me chega a tristeza,
meus sonhos me vão salvando!
Cantando...
Vou cantando e vou seguindo,
por esses caminhos fora,
em meu rosto vai surgindo,
o romper da bela aurora!
Beleza...
Beleza de lindas cores,
para me alegrar o dia,
esta imagem aqui vos deixo,
a Amizade e a Alegria!
Girassol...
Girassol é flor presente,
nos campos do Alentejo,
agrada a toda a gente,
com seu aspecto tão belo!
Amor de Mãe...
Não há nada que se compare,
ao grande Amor duma mãe,
os nossos filhos são sempre,
do nosso viver a 1ª razão!
Sentimento...
Não sei se canta ou se chore,
dois sentimentos opostos,
mas a verdade é que em mim,
está um próximo do outro!
Apariência...
Não sstou triste nem alegre,
estou apenas sorridente,
é meu jeito ser assim,
esteja triste ou contente!
Vivendo...
Avida já é muito curta,
mesmo com longividade,
há que tentar aproveitá-la,
com Amor e Amizade!
antónia bergano.
8.11.2015
Eu sei que acender velas,
não vai resolver a questão
mas por Solidariedade,
faço-o do fundo do coração!
O Amor...
O sonho me mantém a vida,
com a vida,vivo sonhando,
qundo me chega a tristeza,
meus sonhos me vão salvando!
Cantando...
Vou cantando e vou seguindo,
por esses caminhos fora,
em meu rosto vai surgindo,
o romper da bela aurora!
Beleza...
Beleza de lindas cores,
para me alegrar o dia,
esta imagem aqui vos deixo,
a Amizade e a Alegria!
Girassol...
Girassol é flor presente,
nos campos do Alentejo,
agrada a toda a gente,
com seu aspecto tão belo!
Amor de Mãe...
Não há nada que se compare,
ao grande Amor duma mãe,
os nossos filhos são sempre,
do nosso viver a 1ª razão!
Sentimento...
Não sei se canta ou se chore,
dois sentimentos opostos,
mas a verdade é que em mim,
está um próximo do outro!
Apariência...
Não sstou triste nem alegre,
estou apenas sorridente,
é meu jeito ser assim,
esteja triste ou contente!
Vivendo...
Avida já é muito curta,
mesmo com longividade,
há que tentar aproveitá-la,
com Amor e Amizade!
antónia bergano.
8.11.2015
sábado, 7 de novembro de 2015
SOLIDARIEDADE - 5.04.2014
Passaram-se tantos anos,
eu era ainda uma criança
mas jamais esquecerei....
quando em Barrancos se deu,
grande fluxo de emigração! "anos 50/60"
Homens que obrigados a partirem,
para a França e para a Suissa,
para ganharem o seu pão,
deixavam suas famílias
com grande dor no coração!
Era a dor da ausência...
era a door de saudade...
era a dor da sobrevivência...
era a dor da incerteza...
pois muitos saíam a salto,
inseguros no destino...
sem certezas de trabalho!
Partiram ao Deus dará,
mas tinham de arriscar
por variadas razões...
sobretudo para seus filhos criar,
com o mínimo de condições!
E as famílias resignadas,
encaravam este destino,
e íam sendo ajudadas,
por aqueles que por sorte,
tinham grande coração,
e os íam ajudando,
sem nenhuma condição...
apenas emprestando dinheiro,
no mínimo para a alimentação,
uns podim... mas outros não!
E quem ajudava então?
não era o antigo patrão,
eram os estabelecidos...
como o meu pai Taberneiro,
ou a minha mãe Pdeira,
ou outros remediados....
que íam dando uma mão
a estas famílias com filhos,
para que não faltasse o pão
e vivessem com resignação!
Isto não era caridade,
mas era uma ajuda sã,
era Solidariedade...
que se fazia com gosto,
mas também com sacrifício,
porque o dinheiro era pouco!
mesmo nos mais remediados
e era feito por muitos outros,
como o meu pai e minha mãe!
E com estes valores crescemos,
aprendendo com a vida...
marcada com ferro em brasa,
sabendo dar muito valor.
a esta Solidariedade,
não cobrando resompensa,
feita de boa vontade,
ficando de bem com a consciência,...
rejeitando a caridade!!!
antonia bergano
7.11.2015
eu era ainda uma criança
mas jamais esquecerei....
quando em Barrancos se deu,
grande fluxo de emigração! "anos 50/60"
Homens que obrigados a partirem,
para a França e para a Suissa,
para ganharem o seu pão,
deixavam suas famílias
com grande dor no coração!
Era a dor da ausência...
era a door de saudade...
era a dor da sobrevivência...
era a dor da incerteza...
pois muitos saíam a salto,
inseguros no destino...
sem certezas de trabalho!
Partiram ao Deus dará,
mas tinham de arriscar
por variadas razões...
sobretudo para seus filhos criar,
com o mínimo de condições!
E as famílias resignadas,
encaravam este destino,
e íam sendo ajudadas,
por aqueles que por sorte,
tinham grande coração,
e os íam ajudando,
sem nenhuma condição...
apenas emprestando dinheiro,
no mínimo para a alimentação,
uns podim... mas outros não!
E quem ajudava então?
não era o antigo patrão,
eram os estabelecidos...
como o meu pai Taberneiro,
ou a minha mãe Pdeira,
ou outros remediados....
que íam dando uma mão
a estas famílias com filhos,
para que não faltasse o pão
e vivessem com resignação!
Isto não era caridade,
mas era uma ajuda sã,
era Solidariedade...
que se fazia com gosto,
mas também com sacrifício,
porque o dinheiro era pouco!
mesmo nos mais remediados
e era feito por muitos outros,
como o meu pai e minha mãe!
E com estes valores crescemos,
aprendendo com a vida...
marcada com ferro em brasa,
sabendo dar muito valor.
a esta Solidariedade,
não cobrando resompensa,
feita de boa vontade,
ficando de bem com a consciência,...
rejeitando a caridade!!!
antonia bergano
7.11.2015
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